Fundamentos Da Matematica Elementar 4 Pdf

Lgica matemtica Wikipdia, a enciclopdia livre. Lgica Matemtica uma sub rea da matemtica que explora as aplicaes da lgica formal para a matemtica. Basicamente, tem ligaes fortes com matemtica, os fundamentos da matemtica e cincia da computao terica. Os temas unificadores na lgica matemtica incluem o estudo do poder expressivo de sistemas formais e o poder dedutivo de sistemas de prova matemtica formal. Baixe grtis o arquivo ApostilaCompletadeEletrotecnica. Leonardo no curso de Engenharia Eletrnica na UPE. Sobre Apostila Completa em PDF de. Fundamentos Da Matematica Elementar 4 Pdf In 1' title='Fundamentos Da Matematica Elementar 4 Pdf In 1' />A lgica matemtica muitas vezes dividida em campos da teoria dos conjuntos, teoria de modelos, teoria da recurso e teoria da prova. Estas reas compartilham resultados bsicos sobre lgica, particularmente lgica de primeira ordem, e definibilidade. Na cincia da computao, especialmente na classificao ACM, onde ACM vem do ingls Association for Computing Machinery, lgica matemtica engloba tpicos adicionais no descritos neste artigo ver lgica em cincia da computao para este tpico anterior. Desde o seu surgimento, a lgica matemtica tem contribudo e motivado pelo estudo dos fundamentos da matemtica. Este estudo foi iniciado no final do sculo XIX, com o desenvolvimento de arcabouo axiomtico para geometria, aritmtica e anlise. No incio do sculo XX a lgica matemtica foi moldada pelo programa de David Hilbert para provar a consistncia das teorias fundamentais. Os resultados de Kurt Godel, Gerhard Gentzen, e outros, desde resoluo parcial do programa, e esclareceu as questes envolvidas em provar a consistncia. O trabalho na teoria dos conjuntos mostrou que quase toda a matemtica ordinria pode ser formalizada em termos de conjuntos, embora existam alguns teoremas que no podem ser demonstrados em sistemas axiomticos comuns para a teoria dos conjuntos. O trabalho contemporneo nos fundamentos da matemtica, muitas vezes se concentra em estabelecer quais as partes da matemtica que podem ser formalizadas, em particular, sistemas formais como em matemtica reversa ao invs de tentar encontrar as teorias em que toda a matemtica pode ser desenvolvida. Sub reas e escopo O manual de lgica matemtica divide a matemtica contempornea em quatro reas Teoria dos conjuntos teoria dos modelos teoria da recurso teoria da prova e da matemtica construtiva consideradas partes de uma nica rea. Cada rea tem um foco distinto, apesar de ter vrias tcnicas e resultados comuns entre si. A diviso das referidas reas e os limites que separam a lgica matemtica de outros campos de estudo no so bem definidas. A teoria da incompletude de Gdel representa no s um marco na teoria da recurso e teoria da prova, mas tambm contribuiu para o teorema de Lb da teoria dos modelos. O mtodo do foramento forcing aplicada na teoria dos conjuntos, na teoria dos modelos, na teoria da recurso, assim como no estudos da matemtica intuiticionstica. O campo matemtico conhecido como o da teoria das categorias usa muitos mtodos axiomticos formais nos quais se inclui o estudo da lgica categrica, mas essa teoria no comumente considerada um sub ramo da lgica. Por causa da sua aplicabilidade em diversos campos da lgica, matemticos como Saunders Mac Lane propuseram usar a teoria das categorias como fundamentos da matemtica, independentemente da teoria dos conjuntos. Essas fundamentaes usam tpicos que em muito se parecem com modelos generalizados das teorias dos conjuntos, e empregam lgica clssica ou no clssica. Xk48B1UWrYo/WZ8qQ6nzVmI/AAAAAAAARm0/6WIqJBqFoe0YLZzTP-oGW3z7GeB24MxpQCK4BGAYYCw/s1600/LOGO2.png' alt='Fundamentos Da Matematica Elementar 4 Pdf' title='Fundamentos Da Matematica Elementar 4 Pdf' />O maior deles, conhecido como Papiro de Rhind ou Papiro Ahmes usa uma escrita chamada hiertica, diferente da hieroglfica. A base ainda o sistema decimal, mas. Baixe grtis o arquivo Osteologia pdf. Ana Carolina no curso de Enfermagem na UNIGRANRIO. Sobre Osteologia. Fundamentos da Matemtica Elementar Coleo completa com todos os volumes dos livros apostilas em PDF para baixar via download grtis. ENSINO MDIO. OBRAS DIDTICAS. Matemtica. E SUAS TECNOLOGIAS. Com voc da Educao Infantil ao Ensino Mdio. MATEMATICA20x34,9cm. A lgica matemtica surgiu em meados do sculo XIX como um sub ramo da Matemtica e independente do estudo tradicional da lgica Ferreirs 2. Antes do seu surgimento independente, a lgica foi estudada com a retrica, atravs do silogismo e a filosofia. Na primeira metade do sculo XX houve uma exploso de resultados fundamentais, acompanhados por debates vigorosos sobre as bases da matemtica. Os estudos sobre o raciocnio foram inicialmente desenvolvidos por filsofos como Parmnides e Plato, mas foi Aristteles quem o elaborou mais detalhadamente e definiu a lgica como se estuda hoje em dia como se estudava at o sculo XIX. Para mostrar que os sofistas mestres da retrica e da oratria podiam enganar os cidados utilizando argumentos incorretos, Aristteles estudou a estrutura lgica da argumentao. M4kM3kFwOaQ/UeXxiic8SdI/AAAAAAAAANo/DkvBaz0PVEE/s1600/232333.jpg' alt='Fundamentos Da Matematica Elementar 4 Pdf File' title='Fundamentos Da Matematica Elementar 4 Pdf File' />Revelando, assim, que alguns argumentos podem ser convincentes, embora no sejam corretos. A lgica, segundo Aristteles, um instrumento para atingir o conhecimento cientfico, baseando se no silogismo. Seguidores de Aristteles reuniram seus princpios sobre lgica em um livro intitulado Organon, que significa Instrumento da Cincia. Teorias lgicas foram desenvolvidas em diversas culturas na histria, China, ndia, Grcia e no mundo Islmico. Na Europa do sculo XVIII, filsofos matemticos, como Leibniz e Lambert tentaram representar as operaes da lgica formal atravs de smbolos, de forma algbrica mas seus esforos e trabalhos permaneceram isolados e pouco reconhecidos. Em meados do sculo XIX, George Boole e posteriormente Augustus De Morgan apresentaram tratamentos matemticos sistemticos. Fundamentos Da Matematica Elementar 4 PdfsSeus trabalhos, alicerados em trabalhos de algebristas como George Peacock, transformaram a doutrina tradicional de Aristteles de forma que se encaixasse no estudo dos fundamentos da matemtica Katz 1. Charles Sanders Peirce construiu sobre os estudos de Boole almejando desenvolver uma sistema de relaes lgica e quantificadores o qual ele publicou diversas vezes entre 1. Gottlob Frege apresentou um desenvolvimento independente da lgica com quantificadores no seu Begriffsschrift, publicado em 1. O trabalho de Freges permaneceu incerto,pelo menos at Bertrand Russell comear a promov lo no incio da virada do sculo. As notaes bidimensionais desenvolvidas por Frege nunca foram vastamente adotadas e caiu em desuso nos artigos e textos contemporneos. De 1. 89. 0 a 1. 90. Ernst Schrder publicou o Vorlesungen ber die Algebra der Logik em trs volumes. Esse trabalho compactava e desenvolvia os trabalhos de Boole, De Morgan, e Peirce e se tornou uma grande referncia para lgica simblica, como era conhecida no fim do sculo XIX. Preocupaes com a possvel ausncia de fundamentos matemticos acarretaram o desenvolvimento de sistemas axiomticos para reas da matemtica fundamental como a aritmtica, anlise e geometria. Em lgica o termo aritmtico se refere teoria dos nmeros naturais. Giuseppe Peano 1. Axiomas de Peano, usando variaes do sistema lgico de Boole e Schrder, porm adicionando quantificadores. Peano no tinha conhecimento do trabalho de Frege. Contemporaneamente Richard Dedekind mostrou que os nmeros naturais so unicamente caracterizados por suas propriedades da induo. Dedekind 1. 88. 8 props a diferente caracterizao na qual no existia a essncia da lgica formal dos axiomas de Peano. Todavia, o trabalho de Dedekinds provou teoremas inacessveis ao sistema desenvolvido por Peano, como por exemplo a incluso da individualidade dos conjuntos de nmeros naturais at o isomorfismo e as definies recursivas de adio e multiplicao da funo sucessor e induo matemtica. No meio do sculo XIX, foram descobertas falhas nos axiomas de Euclides para geometria Katz 1. Alm da independncia do postulado paralelo, estabelecido por Nikolai Lobachevsky em 1. Lobachevsky 1. 84. Euclides no eram de fato demonstrvel a partir de seus axiomas. Osteologia pdf Osteologia. Universidade do Grande Rio Professor Jos de Sousa Herdy. Escola de Cincias da Sade Enfermagem. Morfofisiologia I Osteologia. Ana Carolina Leite Castello Branco Maia. Rio de Janeiro 2. Ana Carolina Leite Castello Branco MaiaOs ossos do corpo humano e suas caractersticas fsicas. Trabalho sobre os ossos do Corpo Humano e os seus acidentes, apresentado a Universidade do Grande Rio Professor Jos de Sousa Herdy, como parte de avaliao da Professora Ktia Valente. Rio de Janeiro 2. LISTA DE ILUSTRAES5 INTRODUO6 CARACTERSTICAS GERAIS DOS OSSOS DO CORPO HUMANO7 CARACTERSTICAS FSICAS ESPECFICAS8 CABEA8 1. Frontal. 8 2. Parietal. Temporal. 8 4. Occipital. Esfenide. 8 6. Etmide. Zigomtico ou Malar. Maxilar. 9 3. Nasal. Mandbula. 9 5. Palatino. Lacrimal. 9 7. Vmer. Concha Nasal Inferio. Martelo. 9 2. Bigorna. Estribo. 9 PESCOO1. Hiide. 10 TRONCO1. Esterno. 1 1. 1 Costela. Costelas. 1 COLUNA VERTEBRAL1. Atlas. 12 2. xis. SUMRIO 3. 3 a 6 Vrtebra Vrtebra. Vrtebras Torcicas. Vrtebras Lombares. Sacro. 15 Cccix. MEMBROS SUPERIORES1. Clavcula. 18 1. mero. Rdio. 18 2. Ulna. Ossos do Carpo. 19 2. Ossos do Metacarpo. Crack Mask Surf Pro 2.5. Falanges. 19 MEMBROS INFERIORES2. Osso do Quadril ou Ilaco. Fmur. 20 2. Patela ou Rtula. Tbia. 21 4. Fbula ou Pernio. Ossos do Tarso. 21 2. Ossos do Metatarso. Falanges. 2 CONCLUSO2. Figura 1 Vista Anterior do Crnio. Figura 2 Osso Hiide. Figura 3 Esterno. Figura 4 Costela. Figura 5 Coluna Vertebral. Figura 6 Atlas. Figura 7 xis. Figura 8 xis em viso posterior. Figura 9 Vrtebra Cervical. Figura 1. 0 Vrtebra Cervical 7. Figura 1 Vrtebra Torcica em viso anterior. Figura 1. 2 Vrtebra Torcica em viso lateral. Figura 1. 3 Vrtebra Lombar. Figura 1. 4 Sacro em viso anterior. Figura 1. 5 Sacro em viso posterior. Figura 1. 6 Cccix em viso anterior. Figura 1. 7 Cccix em viso posterior. Figura 1. 8 Membro Superior. Figura 1. 9 Ossos da Mo. Figura 2. 0 Membro Inferior. LISTA DE ILUSTRAES Figura 2. Ossos do P A Osteologia a cincia que estuda os ossos, e apesar de seu aspecto simples, os ossos possuem funes bastante complexas e fundamentais para o equilbrio e a manuteno do corpo humano. A partir deste trabalho, existe o objetivo de se fixar os principais tpicos estudados nas aulas de Osteologia da disciplina Morfofisiologia, com nfase nos ossos e seus acidentes. A descrio utilizada no trabalho foi feita a partir da observao das imagens de diversos atlas anatmicos, descritos nas referncias. Podemos dizer que eles so formados a partir de um processo chamado de ossificao, podendo ser intramembranosa, dentro das membranas do tecido conjuntivo, ou endocondral, formao sobre um molde de cartilagem. Ambas as formas seguem os mesmos princpios o osso formado a partir de membrana de tecido conjuntivo peristeo. Alm disso, os ossos em conjunto com os msculos so responsveis pelos movimentos, armazenamento e liberao de vrios minerais no sangue, produo de clulas sanguneas hemcias, leuccitos e plaquetas e armazenamento de triglicerdeos reserva de energia. Outro dado importante, a saber, a respeito dos ossos, que noventa e nove por cento do clcio que possumos em nosso corpo est depositado neles. Ossos do Corpo Humano so rgos esbranquiados, resistentes, que unem se uns aos outros, atravs das junturas ou articulaes, constituindo o esqueleto, com uma mdia de 2. De acordo com a sua forma, os ossos so classificados em trs grupos principais longos tem o comprimento maior que a largura e so constitudos por um corpo e duas extremidades, curtos parecem um cubo, com seus comprimentos praticamente iguais s suas larguras, planos ossos finos, com duas lminas tecidual e uma camada de osso esponjoso entre elas, garantindo uma considervel proteo. Alm desses trs grupos bsicos, existem outros intermedirios, que podem ser distribudo em 5 grupos alongados longos, porm achatados e no apresentam canal central, pneumticos ocos, com cavidades cheias de ar e revestidas por mucosa, e com pequeno peso em relao ao seu tamanho, irregulares apresentam formas complexas, sendo assim, no podem ser agrupados em nenhuma das outras categorias citadas, sesamides onde eles no so completamente ossificados, medindo normalmente, alguns milmetros de dimetro, e os suturais so pequenos ossos localizados dentro de articulaes, chamadas de suturas. Podemos encontrar tambm acidentes sseos marcas que os ossos possuem, eminncias elevaes, depresses escavaes em sua superfcie, foramens furos onde passam estruturas anatmicas, e impresses linhas que os ssos possuem, geralmente, relacionada um ligamento ou inseres musculares. Quando em sistema esqueltico, possui como principais funes a sustentao do organismo, proteo de estruturas vitais, base mecnica para o movimento, armazenamento de sais e hematopoitica. O esqueleto dividido em trs partes a axial composta pelos ossos da cabea, pescoo e do tronco, a apendicular composta pelos membros superiores e inferiores, e as cinturas composta pelas cinturas plvica e escapular. Figura 1 Vista Anterior do Crnio. Ossos do crnio 8 1. Frontal um osso localizado na cabea, largo ou chato, e forma a calota craniana 2. Parietal 2 um osso par, localizado na cabea, largo ou chato, e forma a calota craniana 3. Temporal 2 um osso par, localizado na cabea, largo ou chato, forma a calota craniana, e no seu interior encontra se o aparelho auditivo 4. Occipital um osso localizado na cabea, largo ou chato, forma a calota craniana, e possui uma abertura grande e oval, onde a cavidade craniana comunica se com o canal vertebral 5. Esfenide um osso localizado na cabea, com formato irregular, e forma a calota craniana 6. Etmide um osso localizado na cabea, leve e esponjoso, com formato irregular, e forma a calota craniana. Ossos da face 1. Zigomtico ou Malar 2 um osso localizado na face, par, irregular, e forma a parte da parede lateral e soalho da rbita 2. Maxilar 2 um osso localizado na face, par, plano e irregular 3. Nasal 2 um osso localizado na face, par, que quando junto ao lado oposto nasal, forma o dorso do nariz 4. Mandbula um osso localizado na face, mpar, que contm a arcada dentria inferior 5. Palatino 2 um osso localizado na face, par, que forma parte do palato duro, do soalho e parede lateral da cavidade nasal e do soalho da rbita 6. Lacrimal 2 um osso localizado na face, par, localizado na parte medial da rbita 7. Vmer um osso localizado na face, mpar, e se liga as pores posteriores e inferiores do septo nasal 8. Concha Nasal Inferior 2 um osso localizado na face, par, localizado na parede lateral da cavidade nasal. Nos ouvidos 6 1. Martelo 2 um osso par, irregular, localizada na regio chamada de ouvido mdio. Bigorna 2 um osso par, irregular, localizada na regio chamada de ouvido mdio. Estribo 2 Tambm conhecido como estapdio, menor osso do corpo humano, par, irregular, localizada na regio chamada de ouvido mdio. Figura 2 Osso Hiide No pescoo 1 1. Hiide um osso irregular, mpar, localizado no pescoo, entre a mandbula e a laringe, sendo especial no esqueleto humano, por ser o nico osso que no se articula com nenhum outro osso do corpo humano.